15 de Maio, 2026

Por David Esteves
Criança atípica
Lei
Imagine uma criança chegando animada na escola, mochila nas costas, sorriso no rosto e saindo de lá sem ter aprendido quase nada, porque a escola não tinha ninguém preparado para recebê-la do jeito que ela precisa.
Isso não é ficção. Isso acontece todo dia nas escolas do ABC Paulista e provavelmente na sua cidade também.
O problema que todo mundo vê, mas poucos resolvem
Uma reportagem recente do Repórter Diário trouxe à tona o que muitas famílias já sabem: a falta de profissionais especializados nas escolas está deixando crianças atípicas para trás.
Crianças com autismo (TEA), TDAH ou deficiências têm, por lei, direito a acompanhamento especializado dentro da sala de aula. A Lei Brasileira de Inclusão é clara sobre isso. O problema? As leis existem, mas os profissionais capacitados para cumpri-las não.
Como disse uma especialista ouvida pela reportagem: "Temos leis muito bem estruturadas, mas falta investimento contínuo para que elas saiam do papel."
Cuidador não é o mesmo que professor de apoio
Essa é uma confusão que parece pequena, mas faz uma diferença enorme. O cuidador apoia nas necessidades básicas, como alimentação e higiene. Já o professor auxiliar é quem garante o desenvolvimento pedagógico da criança, quem faz ela aprender e se sentir parte da turma. São funções completamente diferentes, e a segunda está faltando em muitas escolas.
Seja a mudança que essas crianças precisam
O problema não vai se resolver sozinho. Ele vai se resolver quando mais pessoas decidirem se especializar e entrar nas escolas prontas para fazer a diferença.
Na CICEP, você encontra pós-graduações em Autismo (TEA), ABA Aplicado ao Autismo, Neuropsicopedagogia, Psicopedagogia, Educação Especial e Inclusiva e muito mais. Tudo reconhecido pelo MEC.
Uma criança pode estar esperando por alguém como você.
Fonte: Repórter Diário – "Falta de especialistas expõe crianças atípicas à exclusão nas escolas do ABC"

